A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS
A VIOLÊNCIA EM ESCOLAS
ou
UMA SOCIEDADE DOENTE
Mauro
Gonçalves
Replicamos padrões.
Este é um fato, em relação ao comportamento da espécie humana.
Para o bem e para o mal, este processo que um dia já fez parte do
nosso aprendizado enquanto espécie, ainda hoje está gravado em nosso
subconsciente.
Assim, nossos antepassados primatas em sua fase cognitiva inicial,
aprenderam a se alimentar, se esconder, sobreviver a ataques de animais
ferozes.
E lamentavelmente, recentemente tivemos prova de que este processo
de replicação, do espelhamento no comportamento do outro se manifesta ainda
hoje, de forma aterrorizante e com grande impacto.
Falo dos eventos tristes, lamentáveis que ocorreram em Suzano, SP.
Novamente, um espaço quase sagrado, destinado a educação, a escola
estadual Raul Brasil ficou conhecida da forma mais trágica que poderia em
termos mundiais.
Como referência de desequilíbrio, violência e crueldade. Dez mortos,
onze feridos.
Dois jovens replicaram, hoje se sabe, ataques a outras escolas
ocorridos não só no Brasil, mas também em outros países, influenciados por
usuários de um site voltado para violência, localizado na Deep Web.
Uma tragédia, que como sempre teve um tratamento raso e
sensacionalista por alguns (não todos) veículos da mídia.
Vários “especialistas” se apresentaram, cada qual com sua versão,
algumas sérias e capazes de provocar a reflexão no ouvinte, e outras que de tão
estapafúrdias seriam cômicas, se não tivessem como referencial uma tragédia
deste porte.
Muitos destes supostos “especialistas”, em busca apenas dos trinta
segundos de fama de uma entrevista.
Observei e me recusei a escrever qualquer comentário no primeiro
momento, pois corria o risco de escrever com o coração amargurado e desviar o
foco da análise pragmática dos fatos.
E confesso que ainda hoje, vejo o evento como algo triste,
abominável e revelador de a que ponto pode chegar o desequilíbrio e a loucura
do homem.
Passei então a discutir os fatos com outros colegas de profissão,
todos eles também atuantes na área de segurança, pública ou privada. E um
deles, colaborou muito para que minha manifestação fosse isenta, e
profissional.
“...Isto que aconteceu...foi uma prova de que esta nossa sociedade
está doente...”, me disse um deles.
A frase ficou em minha mente, e passei a analisar o fato de forma
mais ampla.
Ou com uma visão “macrocósmica” como um outro colega definiu.
Não queria escrever com o “fígado” como muitos fizeram, e nem cair
no lugar comum do lamento sem a análise.
Isto posto, vamos em frente...
O FATO NA ORIGEM
Inicialmente, cabe
lembrar um fato que ainda hoje serve de referência e fonte de inspiração negativa
para vários eventos como este praticado em Suzano.
Columbine, no
Colorado, Estados Unidos.
Na até então
pacata cidade, em 20 de abril de 1999, ocorre um ataque a tiros na Columbine
High School.
Dois alunos de
uma escola em Jefferson County, no Colorado, Estados Unidos, Eric Harris e
Dylan Klebold, atacaram a tiros e mataram 12 alunos e um professor, feriram
outras 21 pessoas, e outras três ficaram feridas enquanto tentavam fugir do
local, por janelas ou saltando de locais altos.
Além do
armamento pesado, com espingardas de repetição, outra de cano serrado, uma arma
automática e facas, o ataque longamente planejado contou com bombas colocadas
na lanchonete, outros vários dispositivos explosivos, e pelo menos um carro-bomba.
Os autores do
crime, com a chegada da policia cometeram suicídio.
Ao
final, o absurdo evento levou a debates sobre leis de controle de armas, bullying
e com a repetição de eventos que se
sucederam, resultou em um aumento na segurança de escolas americanas com
políticas de tolerância zero.
Não
vou me estender, discutindo cultura do uso de armas, indivíduos desajustados e
rejeitados pela sociedade, o papel da internet e sua influência sobre os adolescentes
ou a violência em videogames.
Estes
fatos, já são objeto de discussão frequente dentro do contexto dos ataques a
escolas, e ainda em outras situações similares, como o caso de um jovem
portador de distúrbios mentais, entrou em um cinema de um conhecido shopping
center em São Paulo e disparou contra espectadores com uma submetralhadora.
A RESPOSTA AOS EVENTOS NO EXTERIOR.
Nos Estados Unidos, estudo realizado por Antonis Antonis Katsiyannis, da
Clemson University revelou que uma grande maioria dos atiradores envolvidos
nestes eventos são adolescentes. Uma das análises possíveis prende-se ao fato
de que adolescentes em muitos casos possuem capacidades limitadas de resolução
de conflitos ou desajustes psicológicos.
O volume de vítimas é chocante. De 2000 a 2018, foram 66 mortes em 22
ataques a tiros em massa em escolas.
E tal escalada de violência aconteceu também em outros países, e alguns
dos quais cito abaixo a título de exemplo.
Alemanha - Erfurt (26 de agosto de 2002)
Um ataque a uma escola que chocou a população alemã.
Dezessete mortos, sete feridos, em um plano de vingança de Robert Steinhäuser,
um ex-aluno que havia sido expulso um ano antes da Escola Gutenberg.
O jovem de 19 anos entrou na escola com roupas de ninja, uma máscara
e duas armas, e atirou em diversos professores que encontrou pelo caminho.
Só parou quando um dos professores o enfrentou e conseguiu trancar o
jovem dentro de uma sala de aula.
Lá dentro, o atirador se suicidou.
Escola Sandy Hook (13 de dezembro de 2012)
Em Connecticut, USA., não era preciso permissão oficial para a posse
de rifles ou pistolas.
Bastava ser maior de 21 anos, ir a uma loja, apresentar um documento
pessoal, comprar e levar embora. Como se fosse uma TV ou uma batedeira.
Tal lei foi alterada depois do ataque e uma petição exigindo maiores
restrições ao porte de arma com mais de 120 mil assinaturas.
Para as 26 pessoas – 20 crianças com idades entre 6 e 7
anos e seis adultos, a lei veio tarde.
Em tempo: Segundo reportagem publicada no New York
Times, reproduzida pela Folha de São Paulo, em https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/04/provocador-espalhou-teoria-de-que-massacre-na-escola-sandy-hook-foi-encenacao.shtml
, tal massacre teria sido uma encenação do governo.
Uma assustadora demonstração do grau de insanidade que
pode atingir alguns membros da sociedade.
Universidade Virginia Tech (16 de abril de 2007)
O ataque com o maior número de mortos.
Ocorreu na Universidade Virginia Tech em 2007.
Um estudante, Cho Seung-hui já apresentava comportamento desajustado
e errático, inclusive perseguindo duas alunas, colegas da faculdade.
O jovem já havia recebido uma advertência pelo comportamento meses
antes, e em 16 de abril, matou dois estudantes no dormitório da universidade.
Em seguida, voltou para seu quarto e disparou para a internet um
vídeo confessando o crime, dizendo sua motivação e oque iria fazer.
Vinte minutos depois, entrou em um prédio de aulas, trancou todas as
portas e atirou em todos que encontrou pelo caminho matando 32 pessoas.
Portava duas pistolas 9mm, e vários carregadores. Com a chegada da polícia
e ao ser encurralado, Seung-hui se matou.
Realengo (7 de abril de 2011)
Maus tratos e bullying foram apontados como a principal motivação
do ataque feito por Wellington
Menezes de Oliveira.
O jovem, que tinha problemas psicológicos e poucos amigos, entrou na
Escola Municipal Tasso da Silveira, na periferia do Rio de Janeiro,
identificando-se como um palestrante.
Dentro de uma sala de aula, disparou mais de 100 tiros contra os
alunos, com a intenção de imobilizar os meninos e matar as meninas.
Uma dupla de policiais que patrulhava a região foi avisada por um
estudante baleado que conseguiu escapar.
Entraram na escola e cercaram Wellington, que se matou em seguida.
Doze mortos.
O crime recebeu uma vasta cobertura da imprensa, que divulgou fotografias
e cartas deixadas por Wellington, fato este hoje criticado por estudiosos, por
proporcionar notoriedade aos atos praticados e sua motivação.
E sabemos após o estudo de diversos eventos similares de ataques,
que uma das motivações destes ataques era buscar a notoriedade por parte de
seus autores.
E assim, outros que desejam a notoriedade podem repetir tais atos
violentos.
Infelizmente, estes ataques a tiros não acontecem apenas em escolas,
e tem se repetido em empresas e igrejas.
O mais recente e de memória mais vívida, aconteceu na Nova Zelândia,
em Christchurch.
Lá um atirador com motivações confusas e ainda hoje mal delineadas,
Brenton Tarrant de 28 anos, matou 42 pessoas na mesquita de Al Noor, dirigiu 5
quilômetros e atacou a mesquita de Linwood, matando 8 pessoas.
Mas oque chocou, foi o fato de que as pessoas não tinham nas
mesquitas uma rota de fuga.
Várias morreram abraçadas encurraladas nos cantos do salão, presa
fácil para um atirador descontrolado.
O ATIRADOR ATIVO
Após os eventos mencionados anteriormente e sua repetição
sistemática, vários estudos e grupos sérios de trabalho foram formados nos
Estados Unidos, e as recomendações por eles emitidas, são válidas em todo o
mundo.
Independente da discussão sobre porte legalizado ou não, autorização
para compras de armas, que tipo de restrições deveriam ser impostas aos
armamentos vendidos a civis, algo prático deveria ser feito para evitar maiores
números de vitimas.
De tais discussões, várias páginas surgiram em diversos locais
analisando a figura do denominado “ATIRADOR ATIVO”.
Cabe frisar que a figura do “ATIRADOR ATIVO”, não está restrita em
sua atuação apenas ao ambiente escolar.
Como já mencionamos, a aplicabilidade das medidas relatadas se
estendem a empresas e outros locais onde tal situação de risco se materialize.
Dentre os vários sites com instruções sobre como agir em caso de
“Atirador Ativo”, podemos citar inicialmente o do condado de Los Angeles (Los
Angeles County), em que o Sheriff da cidade apresenta conselhos.
Da mesma
maneira, instituições de ensino orientam seus alunos e colaboradores, empresas
também, e podemos citar os seguintes sites :
CORRA, ESCONDA-SE, LUTE....
Em uma
tradução aproximada, Run, Hide, Figth, é a recomendação mais aceita
mundialmente.
Infelizmente,
aqui no Brasil temos disseminada uma cultura de “não reagir” a este tipo de
evento.
No caso de um
criminoso comum, a não reação pode até ser justificada por estudos que
comprovam o fator surpresa como sendo favorável a ele, o criminoso, mas, seria
tal postura válida diante de um atirador descontrolado emocional e
psicologicamente, com motivações outras que não o ganho financeiro?
Notoriedade pessoal
para ele, ou para a causa que defende, ou vingança contra pessoas ou
instituições ou ainda tudo isto junto, criam uma situação em que a letalidade contra
as pessoas envolvidas em tal situação é
altíssima.
Tais reações,
correr, se esconder e lutar, são em sua
grande maioria instintivas e naturais das pessoas envolvidas, e acontecem de
forma inconsciente como manifestação do instinto de autopreservação.
Desta vez, a
replicação de padrões de comportamento citada no inicio da matéria, trabalha a
nosso favor.
O caso de
Suzano apresentou em diversos momentos mas de forma instintiva, tais comportamentos recomendados para as
vítimas, e os resultados foram positivos para elas.
RUN
Corra ... Fuja
...
Ao ouvir os
sons dos disparos, ou avistar o indivíduo armado, fuja em direção oposta a ele.
Busque sair da edificação (escola, empresa, galpão, etc...) e continue sua fuga
até ter certeza de que está em local seguro.
Se puder,
auxilie quem está por perto de você, corram juntos.
Mas não
retorne para buscar objetos ou outras pessoas.
Ao se deparar
com policiais, deixe suas mãos visíveis, evite ser confundido com um agressor. Lembre-se
você está em um ambiente de alto risco, em que o agressor muitas vezes ainda
não foi identificado pelos policiais.
Se possível
ligue para 190 e passe o maior numero de informações possíveis, tais como
endereço do local, número de agressores, tipo de armamento, etc...
No caso de
Suzano, o número de alunos que correu foi grande, e vários usaram vias de fuga
que permitiram uma distância segura dos atacantes.
Vários pularam
o muro nos fundos da escola, e da quadra de esportes.
Alguns
conseguiram sair pela porta da frente da escola, com uma velocidade tal, e em
número tão grande que surpreenderam o segundo atacante.
HIDE
Se esconda...
Da forma mais silenciosa possível.
Se o atirador estiver
próximo, e você perceber que não
pode fugir de forma segura, fique fora da visão dele.
Procure entrar em algum quarto ou sala, tranque a porta,
apague as luzes, e feche cortinas e janelas.
Empurre os móveis e faça uma barricada atrás das portas e se
possível janelas.
Silencie telefones e aparelhos eletrônicos como rádios ,
televisores, impressoras, etc...
Se estiver em campo aberto e sujeito a disparos do atirador,
e assim não possa fugir de forma segura,
procure se esconder atrás de paredes de tijolos, árvores ou construções.
No caso de
Suzano, a “Tia da Cantina” salvou aproximadamente 50 crianças desta forma.
Colocou todas
para dentro da cozinha, empurrou um freezer e uma geladeira para trás da porta,
mandou todos sentarem no chão e fazer silêncio, desligando celulares.
Nenhum destes
alunos se feriu.
Parabéns para
a “Tia da Cantina” !
FIGTH
Lute...
Nada mais deu
certo, o atirador te achou, invadiu a sala onde você está e ...
Prepare-se
para praticar a forma mais essencial de sobrevivência.
A mais
instintiva. Esqueça a evolução da espécie humana.
Lute por sua
vida !
Esqueça tudo
que você aprendeu sobre educação, gentileza e boas maneiras.
Agora é para
valer e vale tudo.
Jato de extintor
de incêndio disparado na cara do oponente, extintor na cabeça, cadeirada,
estocada com abridor de carta, C.P.U na cabeça dele...
Até ter
certeza de que ele está neutralizado e incapacitado.
Lembre-se, ele
vai te matar, não terá misericórdia.
É tudo ou
nada...
A filmagem do
início do ataque em Suzano mostra que o segundo atacante ainda estava no saguão
golpeando vitimas com uma machadinha, quando uma garota franzina vem correndo
de dentro da escola.
Ele agarra a
garota pelos cabelos, mas, ela teve a reação mais surpreendente, a última que
ele poderia esperar.
Pequena,
magrinha, a garota desfere um soco na cara dele, e ao mesmo tempo segura o
braço dele e torce, para que ele solte seus cabelos.
E ao invés de
fugir, a garota que é praticante de artes marciais, adotou o ataque como
defesa.
Encurtou a
distância. Ela empurrou o atacante e o desequilibrou, e caminhou em sua
direção.
O algoz,
surpreso, deixa cair a machadinha e tenta segurar a jovem pelos cabelos, e
novamente é surpreendido com um golpe que afasta seus dois braços, e ela
continua tentando agarrar os braços dele.
É quando ele
se abaixa para pegar a machadinha, e a jovem aproveita aquele segundo e corre,
abrindo a porta de saída e fugindo.
Em seguida, um
grande grupo de alunos aparece vindo do páteo, correndo para fora da escola e
empurram o atacante.
Todos escapam.
Um deles ainda
recebe um golpe no ombro, dado com a machadinha, sem gravidade.
Ficou alguns
dias no hospital, e teve alta.
O atacante
então, aturdido, pega outra machadinha e corre para o páteo interno.
A filmagem
está na internet.
Lute...
Aquela garota
franzina salvou sua vida e de vários outros alunos.
Com certeza,
ela iria ser a próxima vitima, e só tinha uma opção.
Lutar.
É tudo ou nada
e muitas vezes o agressor, tendo a sensação de que domina a situação, acha que
não haverá reação.
Run, Hide,
Figth....
Corra, se
esconda, e lute.
Nada das
soluções mirabolantes propostas pelos “especialistas de plantão” .
Armar
professores, reconhecimento facial e leitores de impressão digital, vigilantes
armados nas escolas, detectores de metais, revistas de bolsas e mochilas e outras que tomei conhecimento.
Que seja
implantado um sistema de treinamento preventivo para estudantes, funcionários e
demais integrantes da comunidade escolar, nos moldes praticados nos Estados
Unidos.
Que o Estado
invista em treinamento de professores e funcionários, para identificar sempre
que possível de forma preventiva, comportamentos fora de padrões de normalidade
dentre os estudantes.
Que seja
intensificada a assistência psicológica nas escolas.
Já em relação
a empresas, igrejas e centros de convivência, que sejam seus frequentadores
orientados a conhecer rotas de fuga.
E que estas
rotas sejam criadas de forma múltipla, com alternativas.
Se não vão
estas medidas impedir que outros fatos como estes ocorram, pelo menos tais
providências com certeza vão diminuir o número de vítimas.
Menos
discursos demagógicos de políticos, que visitam os locais destas tragédias, e
com expressão consternada lamentam os fatos.
E fazem
propostas de “indenizações” para as famílias.
Quanto vale um
filho?
Uma mãe?
Mais ação.
Mais atitude e
prevenção.
Isto é o
mínimo que devemos para as famílias e pela memória das vitimas.
Vamos pensar a
respeito ?
Parabéns Mauro , sua obra vem, e muito bem, cheia de informações sobre o comportamento humano, de tal sorte que o seu conteúdo mostra, diferentemente do "especialistas" da mídia pregam, que para um atirador ativo na se pode ser passivo. Infelizmente a cultura brasileira jamais vai permitir uma reação desta, por isso , de forma individual , vou orientar os meus filhos. Muito obrigado e fique com Deus!
ResponderExcluirParabéns Mauro! Infelizmente as autoridades Brasileiras já se acostumaram a atuar somente nas consequências dos fatos e não na origem deles! Enquanto tratarem esses casos como "isolados" acontecerão cada vez mais, infelizmente o ser humano tem que ser vigiado, controlado! A natureza perfeita, o homem que se destoa! Tudo começa na Família, percorrendo nos papéis da sociedade e ausência do poder público.
ResponderExcluirEnsinamos nossos filhos a serem vítimas no futuro! Vivemos numa sociedade onde tudo é permitido! E as autoridades, como já disse, não estão preparados para lhe dar com essas situações!
Parabéns pelo exelente comentário a respeito da família humana, os valores estão realmente sendo esquecidos, damos muita importancia a tecnologia aos games e deixamos o amor ao próximo. Não adianta armar a sociedade e temos sim é que AMAR mais.
ResponderExcluirPrevinir, Educar e.Amar são verbos que devemos conjugar todos os dia abrç desse amigo
Mauro, o triste é que as pessoas não acreditam que isso possa acontecer com elas ou no seu entorno, quando falamos de riscos e consequentemente intensificar a segurança as pessoas só pensam no conforto na praticidade de ir e vir, " voce esta assistindo muitos filmes", esta e uma frase comum de ouvirmos ao expor os riscos e as medidas de segurança. Precisamos entender que para aumentarmos a segurança, o conforto consequentemente diminui, há de colocarmos na balança e decidirmos, aumentar a segurança e diminuir o conforto ou diminuir a segurança, aumentar o conforto e correr o risco ...
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